
Encontro do LAELA
O projeto de extensão LAELA: Laboratório de Escrita e Leitura Acadêmica, no Campus Senador Helvídio Nunes de Barros (CSHNB), realiza ações por meio de cursos e oficinas de leitura voltadas à leitura crítica, à interpretação e à produção de textos acadêmicos conforme as normas da ABNT. Coordenado pelas professoras Enayde Fernandes e Cristiana Barra, o projeto também busca desenvolver atividades que envolvem o domínio de ferramentas tecnológicas na construção dos textos, utilizando softwares de revisão sistemática.
O projeto teve início em 2025 e, com o seu encerramento, surgiu o LAELA II, que busca dar continuidade às ações com um novo enfoque. Enquanto o LAELA I tinha como foco principal a escrita acadêmica, o LAELA II passa a enfatizar o uso das tecnologias aliadas à escrita.

Coordenadora do LAELA, prpfessora Enayde Fernandes
A coordenadora do projeto, professora de Pedagogia da UFPI, Enayde Fernandes, comenta as novas abordagens do projeto na segunda edição.“A segunda edição amplia as ações já existentes, como oficinas, cursos e treinamentos, e incorpora novas frentes de formação em práticas de divulgação científica e escrita”, comentou.
A professora ainda complementa que o uso de tecnologias no LAELA II, se deu pela crescente inserção da tecnologia no ambiente de pesquisa.” Atualmente, há diversas ferramentas que auxiliam pesquisadores e estudantes no processo de produção de trabalhos. No entanto, muitos ainda desconhecem esses recursos ou, mesmo quando os conhecem, não sabem utilizá-los por considerarem seu uso complexo”, relatou.

Coordenadora adjunta do projeto, professora Cristiana Barra
A coordenadora adjunta do projeto, professora Cristiana Barra, relata como surgiu a ideia do projeto. “Nós observamos que os alunos possuíam um entrave em relação à escrita de textos acadêmicos. Por isso, em conjunto com a professora Enayde, elaboramos o LAELA, para auxiliar principalmente aqueles que possuem maior dificuldade nos textos, e assim aprimorar a escrita acadêmica”, explicou.
Cristiana Barra também destaca que desde a primeira edição, o projeto teve boa aceitação na comunidade acadêmica. “Na primeira edição, percebemos uma grande adesão. Estudantes do curso, de outros cursos e também professores se inscreveram e participaram das atividades. Assim, continuamos com as ações de uma forma mais reforçada na segunda edição”, afirmou.

Estudante de Pedagogia, Wendel Gomes
O estudante de pedagogia da UFPI e participante do projeto, Wendel Gomes, enfatiza que foi a partir das oficinas de leitura, que ele conseguiu se desenvolver mais nos textos acadêmicos. “ O projeto ajudou bastante no meu pensamento crítico, na leitura e análise de artigos e textos acadêmicos. Com as atividades propostas e as aulas aprofundadas ministradas”, disse.
De acordo com a proposta das coordenadoras, o projeto utiliza ferramentas tecnológicas que auxiliam na catalogação e organização do referencial bibliográfico e na geração automática de referências, na categorização de dados e na própria escrita acadêmica. Esses recursos permitem que o pesquisador foque no que é mais importante: aprofundar suas análises, em vez de realizar manualmente tarefas que podem ser otimizadas com o uso da tecnologia.
As inscrições do projeto são feitas pelo SIGAA e as oficinas são feitas tanto presencialmente, no campus de Picos, quanto online via Google Meet e disponibilizadas também pelo Youtube.
Para mais informações confira o Instagram do projeto: @laela_cshnb.