
Oficina realizada por servidora da UFPI ocorreu na UFDPar
A servidora técnico-administrativa do Centro de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal do Piauí, Patrícia Revannia Sousa dos Santos, ministrou, no dia 5 de março de 2026, a oficina “Microanálise: Identificação de Assédio Moral e Violência Simbólica em Organizações” na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar). A atividade foi realizada a convite do Sindicato dos Trabalhadores em Universidades Federais no Estado do Piauí (SINTUFPI), subseção Parnaíba-UFDPar, responsável pela organização do evento, e reuniu integrantes da comunidade acadêmica.
Patrícia Revannia é servidora técnico-administrativa do CCHL/UFPI e mestranda em Administração Pública pelo Programa de Mestrado Profissional em Administração Pública (PROFIAP/UFPI). Durante a oficina, ela conduziu uma atividade formativa voltada à reflexão sobre práticas de assédio moral e violência simbólica nas organizações, com foco na análise crítica das relações de poder no ambiente de trabalho.
A metodologia adotada combinou exposição teórica, exibição de recortes audiovisuais e dinâmicas de microanálise em grupo, seguidas de debate coletivo. Ao longo das discussões, os participantes analisaram situações que evidenciam relações de poder, processos de silenciamento e impactos subjetivos nas rotinas institucionais. O diálogo buscou aproximar os conceitos abordados de experiências concretas do cotidiano profissional, ampliando a capacidade de reconhecer práticas que, muitas vezes, são naturalizadas no ambiente organizacional.
Segundo Patrícia Revannia, a proposta da atividade é contribuir para o fortalecimento de ambientes institucionais mais conscientes e respeitosos. “A oficina busca oferecer ferramentas de análise para que as pessoas consigam identificar práticas de assédio moral e violência simbólica que, muitas vezes, passam despercebidas nas relações de trabalho. Ao refletirmos coletivamente sobre essas situações, ampliamos a consciência crítica e fortalecemos a construção de ambientes organizacionais mais éticos, inclusivos e comprometidos com a dignidade no serviço público”, destacou.
A iniciativa integra um conjunto de ações já desenvolvidas pela pesquisadora sobre assédio moral e violência simbólica nas organizações. “O momento também favoreceu a criação de um espaço de escuta qualificada entre os participantes, estimulando o debate sobre responsabilidade ética nas relações de trabalho e incentivando práticas institucionais mais saudáveis e respeitosas”, concluiu Patrícia Revannia.
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