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Reitor Gildásio Guedes discute ações para ampliar empreendedorismo e inovação na UFPI

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Publicado: Terça, 23 de Fevereiro de 2021, 16h21

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) possui atualmente cerca de 110 depósitos de propriedade intelectual (entre  patentes, softwares e marcas) desenvolvidos por seus pesquisadores ou em parceria com outras instituições, que aguardam reconhecimento pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Uma vez aprovadas, as invenções ainda podem demorar a chegar ao consumidor final. É que nem sempre os inventores conseguem transferir a tecnologia diretamente ou não dispõem de recursos para prototipar a invenção e apresentar a investidores o chamado mínimo produto viável ( MVP, sigla em inglês) para que empresas se interessem em aperfeiçoar e comercializar o produto/software.

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Reunião ocorreu no Salão Nobre da Reitoria

Para auxiliar pesquisadores da UFPI a diminuir os desafios para transformar inovação em produto para beneficiar a sociedade, o Reitor da UFPI, Gildásio Guedes, esteve reunido nesta terça (23) com o diretor da Incubadora da UFPI - INBATE e Professor do PROFNIT, Lívio Nunes; o vice-reitor, Viriato Campelo; e o Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação, Luiz de Sousa Santos, para discutir estratégias para fortalecer a geração e transferência de tecnologia na Universidade.

O Prof. Lívio, que também atua como assessor da presidência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí (Fapepi), apresentou ao Reitor a sugestão de a Universidade lançar um edital para financiar a prototipagem de algumas das inovações mais competitivas já criadas na Universidade e que aguardam concessão de patente pelo INPI. 

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Prof. Lívio Nunes, diretor da Incubadora INBATE da UFPI

“No momento que você tem uma ideia e ela é apresentada em um protótipo ou produto desenvolvido, acompanhado de um modelo de negócio, fica mais fácil transferir a tecnologia a uma empresa para que realize a exploração comercial da invenção”, explica. Prof. Lívio revelou também a intenção da Fapepi em participar do edital nessa ou nas próximas edições, de acordo com seu presidente prof. Antônio Amaral.

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Reitor Gildásio Guedes

Sobre o edital, o reitor Gildásio informou que “irá avaliar as possibilidades de orçamento da UFPI para criar o edital de prototipagem", mas já adiantou que aumentar a competitividade empreendora da UFPI é uma de suas prioridades.

 Incubadora de Base Tecnológica da UFPI (INBATE), reforço à inovação na Universidade

A Incubadora da UFPI é outra importante ação para alavancar a prática do empreenderismo e inovação no ambiente acadêmico. A INBATE foi idealizada ainda em 2005 pelo hoje Reitor Gildásio Guedes e teve resolução de criação  aprovada em 2016 pelos conselhos superiores da Universidade. Nos últimos dois anos, aceleraram os esforços para efetivar a inauguração da INBATE. No entanto, faltavam, principalmente, espaço físico, além de estrutura de pessoal.

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Na reunião, o Reitor Gildásio Guedes determinou que a Incubadora da UFPI se estabeleça no espaço hoje ocupado pela CAC/PREXC, próximo ao Cine Teatro, que passará por reformas para atender cerca de 20 empresas incubadas, com espaços como auditório, sala de reunião, escritórios de coworking e locais para abrigar as próprias empresas.

“Nós iremos dar todo o suporte para transformar ideias em empreendimentos, incluindo suporte jurídico, comercial, laboratorial para que essas empresas possam crescer, ter faturamento e possam sair de dentro da Universidade.”, explica o gerente da Incubadora, economista Thiago Ravel. “Geralmente são ideias vindas dos próprios programas de pós-graduação da UFPI por parte de pesquisadores, professores, técnicos e alunos”.

A incubadora da UFPI será inaugurada ainda este semestre, tempo em que ocorrem reformas da sede e estruturação da equipe de pessoal para atuar no órgão. A incubadora é ligada ao Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NINTEC) - orgão que realiza os depósitos de pedidos de patente da Universidade junto ao INPI -  e também à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesqi).

Com a inauguração da INBATE, a Universidade Federal do Piauí passa a ter sua segunda incubadora. Já existe há 15  anos e atua fortemente no auxílio a pesquisadores-empreendedores a INEAGRO – Incubadora do Agronegócio da UFPI. Ambas as incubadoras têm gestão financeira assinada pela Fadex (Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino, Extensão e Inovação).

"É uma dívida que temos com a tecnologia, o empreendedorismo e a inovação gerada na Universidade, e vamos lançar mão de todos os esforços para aumentar a transferência de tecnologia para a sociedade, beneficiando a população com ideias inovadoras nascidas na UFPI”, finalizou o Reitor.

Tambem participaram da reunião o Coordenador de Programas Stricto Sensu, Francisco Nascimento; o gerente da INBATE, economista Thiago Ravel; a assistente na assessoria da PROPESQI, economista Eliciana Vieira; além do Superintendente da Fadex, Samuel Nascimento e assessores. 

Confira mais fotos da reunião:

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Vice-Reitor Viriato Campelo


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Pró-Reitor da PROPESQI, Luiz de Sousa Santos Júnior

 

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Coordenador de Programas Stricto Sensu da UFPI, Francisco de Assis de Sousa Nascimento

 

 

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