CTT conquista, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Escola Cidadã da CGU

O prêmio reconhece o trabalho desenvolvido pela Colégio Técnico de Teresina na 14ª edição do Concurso ddo Programa Educação Cidadã

Pelo segundo ano consecutivo, o Colégio Técnico de Teresina (CTT), da Universidade Federal do Piauí (UFPI), conquistou o Prêmio Escola Cidadã, concedido pela Controladoria-Geral da União. A entrega ocorreu na manhã desta quinta-feira (23), como reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela Instituição na 14ª edição do Concurso de Desenho e Redação do Programa Educação Cidadã, realizada em 2025.

O CTT foi contemplado com Certificado de Premiação e um notebook, entregues pelo superintendente da CGU no Estado. A conquista reafirma o compromisso da escola com a formação cidadã e o desenvolvimento de práticas pedagógicas voltadas à ética, à participação social e à conscientização crítica.

O Concurso de Desenho e Redação da CGU é um projeto pedagógico-cultural que promove experiências de ensino-aprendizagem sobre temas como cidadania, ética e controle social. Em 2025, a temática foi “O clima está mudando! E você?”, mobilizando mais de 3 mil escolas em todo o Brasil em torno da conscientização sobre as mudanças climáticas.

Reitora Nadir Nogueira

A reitora da UFPI, Nadir Nogueira, participou da solenidade e destacou a relevância da iniciativa:

“Estamos participando de um evento extremamente importante, com grande envolvimento dos nossos alunos e alunas, que vieram receber uma premiação promovida pela CGU com o tema sustentabilidade. Trata-se de uma pauta urgente, especialmente diante das mudanças climáticas. A educação desses jovens pode fazer toda a diferença no cuidado com o planeta. Agradecemos a parceria da CGU e seguimos confiantes de que novas conquistas virão”, enfatizou.

Diretor do CTT, Jossivaldo Pacheco

O diretor do CTT/UFPI, Jossivaldo Pacheco, ressaltou o papel da escola na formação cidadã:

“A escola é o espaço de preparação para o exercício da cidadania. Trabalhar com temáticas relevantes para a sociedade contribui diretamente para formar alunos conscientes. Ser reconhecido pela CGU pelo segundo ano consecutivo demonstra que estamos cumprindo nosso papel”, frisou.

Professora Elizabeth Gonçalves

A coordenadora do projeto no CTT, professora Elizabeth Gonçalves, celebrou a conquista:

“Receber esse prêmio pelo segundo ano consecutivo nos deixa muito felizes. Entendemos que a escola deve discutir os problemas da vida real, e a CGU sempre traz temas atuais e necessários. No ano passado, trabalhamos as mudanças climáticas, estimulando os alunos a refletirem e transformarem seu comportamento. Esse é o papel da escola: conectar o conhecimento à prática social”, disse.

 Superintendente da CGU no Piauí, Hélio Benvindo

O superintendente da CGU no Piauí, Hélio Benvindo, reforçou a importância da formação cidadã desde cedo:

“É fundamental que crianças e jovens desenvolvam valores ligados à cidadania, à ética e ao cuidado com o bem público. Iniciativas como essa ajudam a formar adultos mais conscientes e comprometidos com a coletividade”, afirmou.

Cristiane Lurdes

A estudante do CTT, Cristiane Lurdes, destacou a experiência no projeto:

“Participar da gincana foi muito interessante, porque conseguimos entender melhor as mudanças climáticas e pensar em soluções. Além de aprender, conseguimos compartilhar esse conhecimento com outras pessoas”, relatou.

A mesa de honra contou com a presença da reitora da UFPI, Nadir Nogueira; do diretor do CTT, Jossivaldo Pacheco; do superintendente da CGU no Piauí; Hélio Benvindo; e de representante da CGU nacional, Marina Carvalho.

Edição 2026 do Concurso da CGU

Abertura da participação do CTT na 15ª edição do concurso

Durante a solenidade, também foi realizada a atividade de abertura da participação do CTT na 15ª edição do concurso. O tema de 2026 será “Fato ou Boato? O Poder da verdade na era da informação”, abordando desinformação, cidadania digital e uso crítico das tecnologias.

Segundo o diretor Jossivaldo Pacheco, a temática é especialmente relevante em ano eleitoral:

“Trabalhar o combate às informações falsas é essencial para garantir que as pessoas exerçam sua cidadania de forma consciente. Esse debate vai além das eleições e envolve redes sociais, sustentabilidade e diversos aspectos da vida em sociedade”, explicou.

Jornalista Marta Alencar

A programação contou ainda com palestra da jornalista Marta Alencar, que abordou checagem de informações e letramento midiático:

“É fundamental que os estudantes desenvolvam senso crítico e saibam verificar as informações, buscando fontes confiáveis e evitando a disseminação de conteúdos superficiais ou enganosos”, destacou.

A professora Elizabeth Gonçalves ressaltou que, neste ano, a abordagem será por meio de um festival multimídia:

“A escola tem papel central na educação midiática. Discutir ‘fato ou boato’ é preparar os estudantes para interpretar o mundo com responsabilidade e criticidade”, afirmou.

As atividades propostas dialogam com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente nos componentes de Língua Portuguesa e Arte, além de temas transversais como ética, cidadania e cultura digital.

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