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Diretor da EDUFPI participa de reunião anual da ABEU

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Publicado: Quarta, 30 de Maio de 2018, 17h13

O Diretor da Editora Universitária da Universidade Federal do Piauí (EDUFPI), Prof. Dr. Ricardo Alaggio, esteve presente na 31ª Reunião Anual da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU), que ocorreu no período de 22 a 25 de maio, e este ano foi realizada no âmbito do 1º Seminário Brasileiro de Edição Universitária e Acadêmica.

A Editora Fiocruz foi a anfitriã dessa edição, que contou com transmissões ao vivo das palestras e demais atividades. Durante as reuniões da ABEU são debatidos temas fundamentais, que permitem a compreensão do contexto editorial acadêmico de forma crítica e a prospecção de novas frentes e oportunidades, trazendo momentos de capacitação dos profissionais do livro universitário, com os minicursos do ABEU Técnico, além das palestras que debatem temas de relevância para o cenário das editoras.

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Diretor da EDUFPI, Prof. Dr. Ricardo Alaggio

Dentre os assuntos debatidos nesta edição, esteve a questão dos livros que devem ser publicados pelas editoras das universidades. “Durante o encontro houve a discussão sobre que tipo de livro as editoras universitárias devem publicar e ainda sobre as pressões que as editoras universitárias sofrem para fazer registros de ISBN para constar no Lattes dos professores. Parece que o registro se tornou tão importante quanto o livro em si, criando uma distorção”, afirma o Prof. Ricardo Alaggio.

As reuniões anuais da ABEU se caracterizam como os principais eventos de aproximação estratégica de editoras universitárias brasileiras, institutos de pesquisa e outros participantes, pois apresentam atividades editoriais que proporcionam a atualização de conhecimento técnico-científico e a troca de experiências práticas.

Com o apoio da atual administração da UFPI, a Instituição, por meio da EDUFPI, esteve presente em todas as reuniões anuais da ABEU desde 2012. O Prof. Ricardo Alaggio avalia como foi a edição deste ano. “A 31ª Reunião foi um pouco diferente, porque se transformou em uma espécie de seminário, com a participação dos diretores das editoras universitárias brasileiras e pessoas dos diversos ramos do estudo do livro do Brasil. A primeira grande discussão interessante foi sobre que tipo de conteúdo, que tipo de livro as editoras universitárias devem publicar. Houve um certo consenso em relação a isso, pois o nosso papel é realmente publicar o livro acadêmico, sem também deixar de lado essa tendência de uso das novas tecnologias, e as universidades têm se adaptado a isso, como é o caso do e-book, por exemplo”, destaca.

A reunião do último dia de evento contou com a participação da Diretora de Avaliação da Capes, Sônia Báo, e na ocasião foi discutida a questão do livro. “Foi um momento muito esperado por todos, e ela reiterou o apoio da Capes ao livro, afirmando que para a Capes e para o Ministério da Educação, o livro continua sendo um objeto muito importante. Praticamente todas as áreas possuem o livro como principal ponto de divulgação da pesquisa, e cada área cria os seus critérios de avaliação do livro universitário acadêmico, destacando também a importância de ter o selo da editora universitária e da ABEU. O livro mais bem avaliado pela Capes é o livro acadêmico autoral, que acrescente algo relevante para a ciência em questão, seja na área da Comunicação, História, Economia, etc.”.

Em relação ao DOI (Identificador de Objeto Digital), obtido pela UFPI no ano passado, o professor destaca que já é um sucesso absoluto. “Estou recebendo os dados diretamente da ABEC, Associação Brasileira de Editores Científicos, e nós já registramos de novembro até final de março, mais de 500 artigos científicos. A partir de 2012 começou, graças ao apoio irrestrito da administração superior, uma expansão gigantesca não só das demandas como da solução dessas demandas em relação a comunidade acadêmica da UFPI, e também da outra comunidade, do saber disponível do Piauí, que nós apoiamos nas mais diversas formas, juntamente com a Superintendência de Comunicação, por meio das nossas parcerias. Então houve um aumento significativo, tanto que nós últimos três anos a média de registros na Biblioteca Nacional chega a 150 títulos por ano. Somente este ano chegamos a 50 ISBN”.

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